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06/03/2018 - 11h52m

08 de março é o Dia Mundial do Rim

No Dia Mundial do Rim vale lembrar da importância desse órgão que é tão necessário para a nossa saúde. Um dos fatores que mais comprometem a saúde dos rins, é o surgimento dos cálculos renais. Por isso prevenção é a melhor indicação.

08 de março é o Dia Mundial do Rim

Fontes: http://www.segs.com.br/saude

sbn.org.br/dia-mundial-do-rim/ano-2018

No dia 08 de Março de 2018 será comemorado o Dia Mundial do Rim. Coincidentemente o mesmo dia onde é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Por isso o o tema do Dia Mundial do Rim será “Saúde da Mulher – Cuide de seus rins”.

Serão realizadas ações em todo o mundo com objetivo de divulgar as informações relacionadas à prevenção das doenças renais. 

O foco é alertar a população com relação à saúde dos rins na mulher com o objetivo principal de informar e divulgar sobre os fatores de risco para a Doença Renal Crônica (DRC) e estimulando cuidados com a saúde dos rins. 

A doença renal crônica (DRC) afeta mulheres em todo o mundo

Segundo dados divulgados pela organização do World Kidney Day, responsável pela organização da campanha, as doenças renais crônicas afetam aproximadamente 195 milhões de mulheres em todo o mundo, sendo atualmente a 8ª principal causa de morte em mulheres, com cerca de 600 mil mortes por ano.

O risco de desenvolver a doença renal é mais propenso em mulheres do que em homens, com uma prevalência de 14% no sexo feminino e 12% no masculino. A doença renal crônica (DRC) é caracterizada pela perda progressiva e irreversível das funções renais. 

Entre as questões específicas que afetam mais as mulheres e que podem acometer complicação e insuficiência renal, estão o lúpus e as infecções urinárias (cistite). Enfermidades que se não tratadas corretamente podem resultar em doenças renais crônicas.

Tomar água é a melhor dica

A hidratação é a principal maneira de se proteger. “A situação é frequente em pessoas que vivem em ambientes com temperatura elevada, ambiente seco, ar condicionado, e quando a ingestão de líquido é insuficiente”, explica o médico.

A água no organismo faz com que a urina seja diluída, reduzindo a concentração de cristais e facilitando o trabalho dos rins na hora de eliminar nutrientes que não são mais necessários para o organismo. Porém, o médico orienta para outros fatores dietéticos que podem contribuir com o problema, como a ingestão excessiva de sal, proteína animal, açúcares refinados, alimentos que contenham quantidades elevadas de sódio, cálcio e ricos em oxalatos, como suco de laranja, maçã, alguns tipos de verduras e refrigerantes colados. “Estes produtos devem ser moderadamente consumidos”, alerta o especialista.

Os casos de cálculos renais também estão associados a fatores genéticos e doenças como – diabetes, obesidade, hipertensão, gota, doença e insuficiência renal crônica. “Das associações mais preocupantes é a possível relação com doenças do coração, principalmente em mulheres”, afirma o médico.

Diagnóstico e tratamento

O médico pode solicitar um exame de sangue e urina ao paciente para diagnosticar. “Os exames de imagens mais úteis para descobrir o cálculo são a ultrassonografia e a tomografia”, explica o nefrologista. Se o paciente sentir cólica renal deve procurar um hospital, onde os médicos aplicam soro e medicamentos para aliviar a dor. Em 90% as pedras são liberadas de forma espontânea. Em casos mais graves, quando há dor e infecção urinária, mas o cálculo não sai de forma natural é necessário retirá-lo por meio de cirurgia, ou por outros métodos menos invasivos.

 

 

 

 

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