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04/10/2018 - 11h45m

A importância dos exames ginecológicos na pós-menopausa

a periodicidade da visita ao ginecologista depende de cada caso, mas, normalmente, o ideal é uma vez ao ano. Alguns exames específicos são indicados para todas as pacientes, independentemente do histórico clínico individual.

A importância dos exames ginecológicos na pós-menopausa

Fonte: www.fsfx.com.br

(Fundação Saõ Francisco Xavier) 

É sabido que após a menopausa, a saúde da mulher, normalmente, fica mais frágil favorecendo o surgimento de doenças relacionadas à questão hormonal, problemas ósseos e físicos, dentre outros.

A fim de que se possa prevenir ou diagnosticar qualquer situação em estágio inicial e aumentar as possibilidades de tratamento, médicos ginecologistas alertam para a importância dos exames ginecológicos desde a menarca, mas, mais ainda, após a menopausa.

Deve-se ter em mente que as visitas periódicas ao ginecologista não terminam quando se chega à menopausa ou quando se encerra a vida sexual. Os exames preventivos devem ser realizados a cada um ou dois anos, de acordo com cada situação, já que deve ser levado em consideração o histórico de cada paciente.

Os exames ginecológicos mais importantes para qualquer mulher visam detectar doenças como câncer de mama, câncer de colo de útero, problemas de tireoide, entre outros.

Estes exames são:

Mamografia: Deve ser realizado antes mesmo de se chegar à menopausa, a partir dos 40 anos para mulheres com fatores de risco (história familiar de câncer de mama de parentes diretos, mãe ou irmã) e sem fator de risco de 50 a 74 anos. A periodicidade para a realização do exame é bianual.

Papanicolau: É o exame preventivo de colo de útero e é imprescindível para detectar precocemente a ocorrência do câncer de colo de útero, que é um dos tipos de câncer que mais matam mulheres no Brasil. Ele é indicado para mulheres entre 21 e 65 anos se rastreamento prévio adequado (3 citologias consecutivas negativas).

Exames de sangue: São necessários para analisar os níveis de colesterol, triglicerídeos, função renal e dosagem dos hormônios da tireoide, que tendem a se modificar após a menopausa. Sua periodicidade deve ser definida de acordo com o resultado obtido no último exame.

Densitometria óssea: É utilizado para diagnosticar previamente a osteopenia, que é a baixa densidade óssea, e a osteoporose, muito comuns nesta fase da vida. Caso a mulher não apresente riscos para o desenvolvimento da doença, a indicação é a partir dos 65 anos. Caso haja riscos de fratura, o pedido pode ser antecipado pelo médico e em situações em que houve menopausa precoce.

Ultrassonografia pélvica: É sugerida para verificar os órgãos do sistema reprodutor (útero, ovários, trompas, além de artérias e veias localizadas na região) e detectar a presença de qualquer anomalia. Alguns médicos podem pedir o exame como forma de prevenção, enquanto outros só julgam necessário realizá-lo mediante queixas de sangramento ou dor por parte da paciente. Desta forma, a periodicidade deverá ser definida de acordo com cada caso.

Exames clínicos: São os exames realizados no consultório médico durante a consulta. O médico poderá fazer exame especular, exame de toque e apalpação das mamas.

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