Estado de Alagoas

Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

» Página Inicial Sala de Imprensa Notícias PADI realiza campanha de conscientização com pacientes e familiares
17/10/2018 - 15h30m

PADI realiza campanha de conscientização com pacientes e familiares

Profissionais do Programa de Assistência Domiciliar do Ipaseal realizam visitas aos usuários com o objetivo de orientar sobre a prevenção do Câncer de Mama, que afeta principalmente as mulheres em todo o mundo. Ação faz parte do Outubro Rosa.

PADI realiza campanha de conscientização com pacientes e familiares

Ascom / Ipaseal Saúde

Os profissionais do Programa de Assistência Domiciliar do Ipaseal (PADI) conversam e orientam os pacientes e seus familiares sobre os cuidados com a saúde e os métodos de prevenção contra o câncer de mama. A ação faz parte das atividades realizadas pela equipe multidisciplinar do PADI durante o mês da campanha ‘Outubro Rosa’.

O PADI  possui a finalidade de atender em domicílio usuários do plano com limitações motoras e psíquicas, que apresentem dificuldade ou nenhuma condição de se deslocar até o atendimento clínico. Entretanto, uma das suas  principais funções é melhorar ou manter a qualidade de vida dos pacientes dentro das suas limitações. É a humanização dos serviços de saúde levados até o usuário.

Outubro Rosa 2018

A série de campanhas de conscientização sobre a doença, que é o tipo de câncer mais frequente entre as mulheres, teve início nos EUA nos anos 1990 como forma de encorajar o público a conhecer melhor esse tipo de câncer.

No Brasil, apenas em 2016, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimou 57.960 novos casos, dos quais mais de 14 mil resultaram em morte.

Por aqui, ações e campanhas de conscientização sobre o câncer de mama acontecem desde 2002, com foco na importância de se informar sobre o tema e se esforçar na detecção do câncer de mama em seus estágios mais iniciais, quando a chance de cura é maior.

Em 2018, a campanha do INCA no Outubro Rosa tem como tema "Câncer de mama: vamos falar sobre isso?". O objetivo é fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para o rastreamento e o diagnóstico precoce do câncer de mama e desmistificar conceitos em relação à doença.

A campanha enfatiza a importância da mulher conhecer suas mamas e ficar atenta às alterações suspeitas; os homens também são orientados. Reciomenda-se ainda as  mulheres entre 50 a 69 anos a realização da mamografia de rastreamento a cada dois anos.

Câncer de mama

O câncer de mama é um tumor maligno que se desenvolve na mama como consequência de alterações genéticas em algum conjunto de células da mama, que passam a se dividir descontroladamente.

Ocorre o crescimento anormal das células mamárias, tanto do ducto mamário quanto dos glóbulos mamários. Esse é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres em todo o mundo, sendo 1,38 milhões de novos casos e 458 mil mortes pela doença por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A proporção em homens e mulheres é de 1:100 - ou seja, para cada 100 mulheres com câncer de mama, um homem terá a doença. No Brasil, o Ministério da Saúde estima 52.680 casos novos em um ano, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, cerca de uma a cada 12 mulheres terão um tumor nas mamas até os 90 anos de idade. 

De acordo com o INCA, é que represente, em 2016, 28,1% do total dos cânceres da mulher. Inicialmente, a doença não apresenta sinais claros. Por isso, você deve conhecer bem o seu corpo para poder identificar qualquer alteração e procurar um médico. Em geral, o primeiro sintoma é um caroço no seio, que pode ser acompanhado por dor ou não. Também pode ocorrer inchaço local, irritação na pele, vermelhidão e saída de secreção.

O diagnóstico precoce do câncer de mama aumenta a sobrevida das mulheres em comparação com o diagnóstico de tumores em fase avançada. A periodicidade do exame varia de acordo com a idade, o quadro clínico e histórico familiar.

A mamografia é o principal exame para detectar o tumor em fase inicial e é recomendada a cada dois anos em mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos. O rastreamento em mulheres com história de câncer na família – o considerado grupo de risco – deve ser feito a partir dos 35 anos de idade. O exame clínico, baseado na palpação dos seios, deve ser realizado anualmente. Consulte o seu médico regularmente e mantenha os exames em dia!

  • Fontes: Fundação do Câncer / Inca / Minha Vida

 

Ações do documento